Em uma entrevista reveladora no programa Canal Livre, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, abordou temas polêmicos como a confiança nas urnas eletrônicas, a multa milionária imposta ao partido e o futuro político de Jair Bolsonaro e seu filho, Flávio.
Questionado sobre a volta da pauta do voto impresso, Valdemar afirmou que “o pessoal da direita briga comigo por causa disso, mas eu sempre confiei nas urnas”. Ele relembrou que em 2022, pesquisas internas indicavam uma disputa acirrada, com Bolsonaro empatado com Lula. No entanto, a pressão de apoiadores e a narrativa de fraude ganharam força após o primeiro turno.
O presidente do PL relatou ter sido pressionado por Bolsonaro a entrar com uma ação questionando as urnas, mesmo sem provas concretas de irregularidades. “Ele estava abatido demais, eu não queria contrariar”, disse Valdemar, confessando arrependimento pela decisão que resultou em uma multa de R$ 22,9 milhões e no bloqueio das contas do partido.
Valdemar descreveu o impacto financeiro da multa como devastador, revelando que até suas contas pessoais foram bloqueadas. “Nós ficamos sem um tostão”, desabafou. Ele criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, alegando que não teve direito de defesa antes da aplicação da penalidade.
A Multa e o Bloqueio de Contas
Valdemar descreveu o impacto financeiro da multa como devastador, revelando que até suas contas pessoais foram bloqueadas. “Nós ficamos sem um tostão”, desabafou. Ele criticou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, alegando que não teve direito de defesa antes da aplicação da penalidade.

