Erick Jacquin abriu o jogo sobre cenas de embates com participantes do Pesadelo na Cozinha e reconheceu que, em alguns casos, acaba excedendo o tom durante as gravações do programa da Band. Durante entrevista nesta segunda-feira (9) para promover a quinta temporada da atração, que estreia na TV aberta no dia 24 de fevereiro, o chef explicou que sua postura enérgica é um reflexo direto da disciplina rígida que recebeu no início de sua carreira e garantiu que sempre faz de tudo para ajudar os participantes a alavancarem seus restaurantes.
O chef contou que, para ele, os conflitos vistos na tela não são necessariamente uma briga mais séria, mas sim o resultado de uma formação profissional pautada pela obediência absoluta. Jacquin relembrou que começou a trabalhar aos 14 anos de idade e que, naquela época, a autoridade do chef era inquestionável.
Jacquin diz que ouve conselhos de diretor para ter mais calma no Pesadelo na Cozinha
Sobre o comportamento explosivo no programa, o francês admitiu que, em alguns casos, ouve conselhos do diretor do programa, Gabriel Hein, para comandar a situação de uma maneira mais cautelosa para que os objetivos da consultoria sejam alcançados de forma mais gentil e estratégica.
“Eu reconheço que às vezes eu passo dos limites. O diretor fala para mim: ‘calma, vai com calma, vamos pegar eles de outra forma, vamos ser mais gentis e vamos retomar a situação’”, revelou Jacquin.
Ele ainda pontuou que a antipatia, em muitos casos, é recíproca durante as gravações, mencionando que já houve participantes que declararam não suportá-lo. “Já teve gente que estava participando e falou que não me suportava, mas eu também não suportava eles”, brincou.
“Falam que eu sou filho da p***”, diz Jacquin sobre embates com participantes do Pesadelo na Cozinha
Apesar da tensão, o chef defende que a reação dos proprietários e cozinheiros é fundamental para o desenvolvimento do programa. Na visão de Jacquin, o diálogo, mesmo que ríspido ou acompanhado de xingamentos, é o que permite o aprendizado e a evolução dos estabelecimentos que pedem ajuda à Band.
“Eu acho que é muito bom quando eles rebatem minhas críticas, a gente procura isso… Tem gente que fala que eu sou filho da p***, mas se não tem diálogo, ninguém aprende nada”, afirmou.
O chef ressaltou que, embora o clima no programa seja mais intenso do que em seus próprios restaurantes, ele também lida com questões parecidas em seu dia a dia profissional, reforçando a necessidade de “jogo de cintura” para manter o ambiente equilibrado.

