Se eu não me encaixasse, era porque eu não servia. Às vezes eu estava ‘gorda demais’, ou com ‘peito demais’. Se tivesse uma vírgula diferente, eu já não pegava o trabalho, desabafou a modelo.
Isabeli também recordou que a insegurança começou na infância, quando era alvo de apelidos pejorativos por ser muito magra. “Antigamente isso não era bullying, mas isso afeta as pessoas. Eu transformei o que vivi em personalidade. Aprendi a humildade ali, porque já fui a pessoa que ninguém queria, a rejeitada”.
Questionada sobre a escolha de seus looks, a modelo explicou que, após passar anos sendo “montada” por estilistas e editores, hoje preza por sua essência, especialmente em momentos de lazer.
“Hoje vim fazer algo por mim. Não vim trabalhar. Quando é evento profissional, preciso estar bem vestida, com styling, porque os críticos de moda são bem criteriosos e eu venho desse lugar. Mas aqui é para curtir, para voltar à essência”, afirmou.

