O projeto de implantação do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) em Campina Grande voltou ao centro das discussões sobre mobilidade urbana durante as comemorações dos 162 anos da cidade. A proposta busca aproveitar o transporte ferroviário para conectar diferentes regiões do município.
Conforme informações sobre o estudo de viabilidade técnica, econômica e ambiental da Prefeitura, o sistema projetado prevê 14,8 quilômetros de vias, 13 estações e quatro composições. O intervalo estimado entre viagens nos horários de pico é de 17 minutos.
Quais regiões seriam atendidas?
O traçado estudado contempla pontos de interesse como o Complexo Aluízio Campos, o Estádio Amigão, o Açude Velho, a Avenida Floriano Peixoto e áreas próximas à UFCG e à UEPB. A capacidade diária de referência apontada pelo estudo é de 48.408 passageiros, estimativa que não representa demanda efetivamente registrada.
Tradição ferroviária
A ferrovia chegou a Campina Grande em 1907 e teve papel importante no escoamento do algodão e na expansão comercial da cidade. O novo projeto, diferentemente do antigo transporte de cargas, é voltado à mobilidade urbana de passageiros.
Os números apresentados são parâmetros de planejamento e não significam que todas as estações já estejam operando ou que exista data confirmada para início do serviço. A Prefeitura mantém o projeto de implantação do VLT entre os registros de obras públicas em andamento.
Fontes: Reportagem sobre o VLT e a história ferroviária; Portal de Obras Públicas de Campina Grande.
RM NEWS | Redação Multimídia

